Quarta-feira, 22 de Abril de 2009
Nosso Trabalho
Enquanto o layout está sendo arrumado, gostaria de sugerir que os visitantes do blog dessem uma olhadinha na seção "Nosso Trabalho". Conseguimos, com a ajuda de um grande designer, organizar um portifólio com os projetos que desenvolvemos em 2008. Resolvemos publicá-lo no blog para que todos nos conheçam...por favor, não deixe de conferir e opinar sobre nosso trabalho!
Probleminhas...
Aparentemente, o blogspost está sumindo com o layout do blog...só pra avisar, logo o problema estará resolvido!
Quinta-feira, 26 de Março de 2009
E S e Direitos Humanos
Conversando com outros empreendimentos sobre o que é ser um empreendimento solidário, tomamos conhecimento de violências e discriminações que sofrem no seu dia-a-dia. As estórias são “escabrosas”, vou dar alguns exemplos bem sintetizados para não polemizar a questão: residir e trabalhar em bairros periféricos é motivo de descrédito em órgãos públicos, principalmente os municipais; cor da pele de seus membros é motivo para “entortada de olho”; não possuir formação escolar e profissional nos níveis exigidos pelo mercado capitalista é tomado como garantia de que um empreendimento solidário não vai dar certo. Existem outros exemplos, mais concretos, mas que agora não serão comentados. Com isso, ficamos pensando na questão dos Direitos Humanos. Quem trabalha com esse tema geralmente fala de “Discriminação” e “Violência Institucional”. Todas as situações comentadas acima se enquadram em situações de discriminação e de violência institucional. Nós, do Kooperi, quando estávamos legalizando nossa associação, sofremos várias “violências institucionais”, como nós passarem informações erradas cinco vezes (em diferentes lugares!), não nos atenderem e praticarem grosserias, daquelas que dão vontade de perder o espírito da pacificidade e partir pra violência também. Essas situações que nos indignam levaram-nos a pensar em uma campanha, atualmente intitulada “Economia Solidária e Direitos Humanos: trabalhadores e trabalhadoras compreendendo seus direitos”, para que a gente, em conjunto com os demais empreendimentos, tomemos conhecimento do que realmente são os Direitos Humanos e como podemos combater situações de discriminação e violência institucional. A idéia é debater e montar um material que nos permita organizar um Ato Público, com várias atividades, sendo uma delas passar em lugares onde os empreendimentos mais sofrem violência e entregar um material educativo que lhes digam que todos devemos ser tratados com respeito! Vanessa
I Seminário Estadual PCCR
Parece sigla de organização criminosa, mas não é!
Vai acontecer o I Seminário Estadual de Produção, Comercialização e Consumo Responsável: Certificação de Produtos e Serviços da Economia Solidária em Osasco/SP, nos próximos dias 4 e 5 de abril de 2009.
O objetivo do seminário é refletir, debater e encaminhar questões ligadas ao tema. É uma ótima oportunidade para conhecer outros empreendimentos solidários do estado e travar novos contatos.
O evento será realizado no Centro Público de Economia Solidária de Osasco.
Maiores informações podem ser adquiridas pelo e-mail forumpaulistaecosol@gmail.com
Vai acontecer o I Seminário Estadual de Produção, Comercialização e Consumo Responsável: Certificação de Produtos e Serviços da Economia Solidária em Osasco/SP, nos próximos dias 4 e 5 de abril de 2009.
O objetivo do seminário é refletir, debater e encaminhar questões ligadas ao tema. É uma ótima oportunidade para conhecer outros empreendimentos solidários do estado e travar novos contatos.
O evento será realizado no Centro Público de Economia Solidária de Osasco.
Maiores informações podem ser adquiridas pelo e-mail forumpaulistaecosol@gmail.com
Segunda-feira, 6 de Outubro de 2008
A Economia Solidária e o Kooperi
Momentos de crise são também momentos de mudança e que, normalmente, tendem a reorganizar a sociedade em geral. Na história, observamos uma série de fatos turbulentos que levaram às revoluções: a burguesia em luta pelo poder político contra a aristocracia e a monarquia (Revolução Francesa); o movimento marxista que derrubou o governo russo e instalou o comunismo (Revolução Russa de 1917); o movimento de combater o surgimento de classes privilegiadas na China (Revolução Cultural), entre outras.
As insatisfações políticas, sociais e/ou econômicas, podem servir como pontes/ oportunidades para o surgimento de ações de transformação. No século XIX, por exemplo, a Inglaterra vivia um crescimento descomedido do capitalismo industrial, em que parte da população estava socialmente excluída. Em resposta a insatisfação provocada pelos excessos do capitalismo um novo movimento começa a despontar, a Economia Solidária. Revolução? Por que não? Mas, uma revolução humanista. Como afirma Norberto Bobbio, "revolução é a tentativa, que não precisa ser acompanhada do uso da violência... (disponível na Wikipédia -enciclopédia livre)”.
A Economia Solidária representa uma revisão do modelo social e econômico vigente. Com princípios que, por um lado, valorizam as relações humanas, a educação, a cooperação, a ética, o meio ambiente e por outro, a autogestão, a tomada de decisões coletivas, a distribuição de renda. Mais do que uma alternativa é uma possibilidade. No Brasil, como em outros países, há bons exemplos que retratam empreendimentos solidários que surgem com força e determinação.
Na comunidade de São Carlos (SP), local em que nasceu o KOOPERI, existem 20 empreendimentos que atuam no campo da Economia Solidária. Diante da expansão desse movimento surgiu então o nosso Coletivo Autogestionário para Promoção de Práticas Solidárias que visa apoiar, expandir e fortalecer grupos que almejam condições de vida e de trabalho diferenciadas. Procuramos então, desta forma, estabelecer parcerias com os grupos que pretendem formalizar em empreendimentos autogestionários e solidários e, com os que já estão formalizados, discutir a atuação do movimento na cidade. Afinal, antes de qualquer coisa, somos companheiros de ideais.
As diferentes formações e experiências que compõem o KOOPERI permitem ricas trocas e importantes aprendizados. Na teoria, encontramos um meio e na prática, tentamos viver as experiências, respeitando a subjetividade e o olhar dos atores envolvidos, acreditando que a autonomia e a liberdade permitem a valorização do ser humano e a concretização de um mundo sustentável.
As insatisfações políticas, sociais e/ou econômicas, podem servir como pontes/ oportunidades para o surgimento de ações de transformação. No século XIX, por exemplo, a Inglaterra vivia um crescimento descomedido do capitalismo industrial, em que parte da população estava socialmente excluída. Em resposta a insatisfação provocada pelos excessos do capitalismo um novo movimento começa a despontar, a Economia Solidária. Revolução? Por que não? Mas, uma revolução humanista. Como afirma Norberto Bobbio, "revolução é a tentativa, que não precisa ser acompanhada do uso da violência... (disponível na Wikipédia -enciclopédia livre)”.
A Economia Solidária representa uma revisão do modelo social e econômico vigente. Com princípios que, por um lado, valorizam as relações humanas, a educação, a cooperação, a ética, o meio ambiente e por outro, a autogestão, a tomada de decisões coletivas, a distribuição de renda. Mais do que uma alternativa é uma possibilidade. No Brasil, como em outros países, há bons exemplos que retratam empreendimentos solidários que surgem com força e determinação.
Na comunidade de São Carlos (SP), local em que nasceu o KOOPERI, existem 20 empreendimentos que atuam no campo da Economia Solidária. Diante da expansão desse movimento surgiu então o nosso Coletivo Autogestionário para Promoção de Práticas Solidárias que visa apoiar, expandir e fortalecer grupos que almejam condições de vida e de trabalho diferenciadas. Procuramos então, desta forma, estabelecer parcerias com os grupos que pretendem formalizar em empreendimentos autogestionários e solidários e, com os que já estão formalizados, discutir a atuação do movimento na cidade. Afinal, antes de qualquer coisa, somos companheiros de ideais.
As diferentes formações e experiências que compõem o KOOPERI permitem ricas trocas e importantes aprendizados. Na teoria, encontramos um meio e na prática, tentamos viver as experiências, respeitando a subjetividade e o olhar dos atores envolvidos, acreditando que a autonomia e a liberdade permitem a valorização do ser humano e a concretização de um mundo sustentável.
Sejam bem-vindos ao KOOPERI.
Sexta-feira, 15 de Agosto de 2008
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